Prova com consulta.
Textos:
TODOS:
“Photoshop pela democracia”, de Henry Jenkins
“Internet e movimento ambientalista (…), de Diógenes Lycarião
“Da discussão à visibilidade”, de Wilson Gomes
JORNALISMO: “Do pessoal ao político-legal: estratégias do jornalismo para enquadrar os movimentos gays”, de Roberto Alves Reis e Rousiley Maia.
PUBLICIDADE: “Entre o mercado e o fórum: o debate sobre o antitabagismo na cena midiática”, de Daniela Santiago e Rousiley Maia.
A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico
O simulacro corporativo, o discurso como simulação do real e a “cidade encantada”.
O framing e o processo de construção da notícia (Daniela Zanetti)
Nosso próximo tema de discussão é a opinião pública na era digital: como se configura hoje o debate na esfera pública por meio das novas mídias digitais?
Texto 1: “Photoshop pela democracia” (Na pasta) - Alunos de jornalismo fazem as perguntas e alunos de publicidade respondem.
Texto 2: “Internet e movimento ambientalista” (Na pasta) - Alunos de publicidade fazem as perguntas e alunos de jornalismo respondem.
Todos os alunos deverão formular uma questão sobre o texto, que será direcionada a outro colega. Por fim, faremos um debate relacionando os textos estudados.
A novidade chega, vira moda e só mais tarde é que os problemas são detectados. Vejam isso:
Para compreendermos o conceito de ESFERA PÚBLICA, vamos ler “Da discussão à visibilidade”, de Wilson Gomes (texto na copiadora), do livro Comunicação e democracia, de Wilson Gomes e Rousiley Maia, editora Paulus.
Atenção aos textos da prova:
O verbete sobre opinião pública do Dicionário de Política (link aqui neste blog)
O livro “O que é opinião pública?”
“A opinião pública não existe”, de Pierre Bourdieu (link aqui neste blog)
Boa sorte!
Leiam a matéira na íntegra aqui.
Reparem como foi necessário que houvesse um tipo de manifestação (neste caso, direcionada à Ouvidoria do Governo Federal) para que a campanha fosse retirada do ar. Neste caso, a publicização da desaprovação da peça publicitária se deu de modo “institucional”, e não necessariamente por meio de uma “manifestação pública” e articulada a movimentos sociais. Isso porque parte-se do princípio que a Secretaria de Políticas para Mulheres representa as demandas das mulheres. E a mídia teve o papel de tornar público esse processo.